Localizada na Alameda David Carneiro, acesso a pé ou de carro permite visitas durante toda a semana das 9:00 às 17 horas. Possui livro de registro e permite-se o uso de máquina fotográfica.
Foi a primeira casa de detenção da cidade, construída na metade do século XIX e inaugurada em 1.868. O Plano para a construção da obra de cadeia foi feito em 1839, mas somente onze anos mais tarde, em 1848 foi dado início à obra, que foi inaugurada quase trinta anos após a sua edificação.
Como em Portugal, também no Brasil o imóvel de arquitetura luso-brasileira, simbolizava a autonomia municipal sendo visitado por D. Pedro II em 1880.
A construção é constituída na sua parte inferior de pedras areníticas da região e a parte superior feita em estuque (argamassa com cal, areia e pedras), sendo o único exemplar no Paraná e um dos poucos no Brasil.
A parte inferior da obra foi utilizada como cadeia a partir de 1862. Abrigou ainda o 13o. Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional, Museu e Escola Normal Novo Ateneu, sofrendo inúmeras descaracterizações. Posteriormente, passou por um processo de restauração com o objetivo de resgatar a arquitetura original, sendo tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Para uma melhor visualização da construção foi necessária a demolição de duas casas que estavam ao lado do edifício. O Museu começou a ser projetado em 1972 e inaugurado dois anos mais tarde, com o interesse de abrigar o acervo particular de armas, referente à Revolução Federalista de 1.894, com o acervo variado, entre armas, fotolitos e objetos antigos, conserva ainda armas utilizadas nas Primeira e Segunda Guerras Mundiais.
Atualmente em seu andar superior está a Câmara de Vereadores, e no pavimento térreo, desde 1993, o Museu de Armas
Escudo redondo português, campo azul com canhão na cor bronze encimado pela Coroa Mural em prata. Como tenentes (suportes) à direita e à esquerda tropeiros segundo os desenhos do tempo.
Divisa:
A Coroa Mural, em prata, representa a cidade, sobre o campo azul (cor que na heráldica representa "Lealdade") um canhão na cor natural, simbolizando a heróica resistência ao cerco das tropas federalistas, feito que imortalizou a Lapa no contexto histórico nacional.
Os tenentes ou suportes marcam presença do tropeirismo, atividade pioneira que deu viada ao interior paranaense e que teve a Lapa como centro.
A data que figura na faixa inferior é a da missa consagrada e fundação da cidade.
Rodapé
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